sábado, 18 de julho de 2009

Projeto Chácara do Ligeirinho




Localizada na Colônia Faria em Colombo-Pr, a chácara do Ligeirinho conhecida antigamente por suas memoráveis festas que reunia músicos, políticos e amigos do bar mais tradicional do centro de Curitiba vai retomar suas atividades agora com a nova geração, os filhos João e Robson Stuart Abrão Chef de cozinha internacional e herdeiro do ilustre Ligeirinho, do bar e da chácara contrataram a consultoria Projethos para planejar e executar diversos trabalhos na chácara que possibilitem este novo empreendimento, dentre eles estão:
Proteção das nascentes;
Reforma de tanques para criação alevinos e peixes;
Plantio de árvores frutíferas;
Produção orgânica de ervas e temperos;
Bioconstrução de um fogão e forno de tijolos e barro;
As atividades estão na segunda fase, o tanque sem utilização há mais de 6 anos já foi reformado está pronto para a utilização. Também foi reformado um pequeno tanque que servia para a criação de rãs e agora servirá para a criação de alevinos, assim como lambaris para repovoar a bacia do rio Irai, afluente do rio Iguaçu. A segunda fase prevê a construção do forno de barro e o plantio das ervas, temperos e árvores.
Fotos do projeto em andamento:

Das telhas de amianto ao telhado vegetado



Na sede litorânea do Instituto Ser Vivo em Pontal do Sul-PR, bioconstruímos experimentalmente um telhado vegetado com bromélias e plantas semelhantes em cima de uma construção com telhas de amianto, material potencialmente cancerígeno.
O processo de construtivo foi simples e rápido. Utilizamos uma manta plástica encontrada em materiais de construção para impermeabilizar o telhado, para que o mesmo não fique úmido constantemente. Para drenagem da água da chuva com média anual de 25oo mm utilizamos areia local e sobras das reformas locais nas ondulações baixas das telhas. No dreno final, onde há mais fluxo de água, colocamos pedra brita.
Após a brita, colocamos serragem e cepilho (resíduo de madeireiras e materiais de construção) e um sombrite para segurá-lo e que posteriormente serviu para plantarmos as bromélias.Utilizamos como substrato para a fixação das bromélias no telhado, serragem e cepilho misturados com húmus na proporção de 5 x 1 e cola natural produzida com melado, farinha de trigo e água.
As plantas foram recolhidas em terrenos baldios da cidade e montes de entulhos dispensados nas margens das ruas e rodovias da região. No plantio das bromélias fizemos um pequeno corte no sombrite e colocamos as bromélias junto com o substrato e a cola natural para fixá-la ao telhado.
A intenção deste telhado vegetado é de promover a diminuição da oscilação de temperatura e umidade dentro da área construída assim como o efeito paisagístico que as plantas proporcionam juntamente com o aumento da fauna e flora local entre outros.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdELeXlOICUwpf75VaFTD_FAT8yrnoa_SW1NBb0Tml0QrCv02X8XZgYL8NJPz10kE4pN2JDpRLJYBCv0eLaLiamCfJo4HmS1wxgIKoNyLOQXPyhb-JQv_ARGmYQnys5bhJ2vWCcut33yqg/s320/Raphael+Praia1.jpg
Mais fotos do andamento do projeto acesse:

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Cisterna em Cerro Azul


Projethos e Instituto Ser Vivo em parceira com a Aopa(Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia) e apoio da Cresol promoveram durante a semana de 11 a 16 de Maio no município de Cerro Azul-PR, comunidade da Bomba uma capacitação em construção de cisterna em ferrocimento para os agricultores ecológicos da bioregião Vale do Ribeira.
A cisterna foi construída com recursos do projeto Iguatú, parceria da Petrobrás Ambiental e Aopa, a capacidade de armazenamento da cisterna foi de aproximadamente 20.000 litros de água da chuva. Foi reutilizado na construção sacos de batata e cebola além de sombrite ao invés de usual plástico de galinheiro.
A comunidade é produtora de ponkã, banana, mandioca entre outros produtos e necessitava de água para o consumo da casa, plantio, e para o trato dos animais.
A capacitação possibilitou que os agricultores ecológicos possam implantar mais sistemas de coleta e armazenamento de água da chuva nesta bioregião e garantir a segurança hídrica da comunidade.
Fotos:

Pérgola de Bambu


Pérgola, construção simples e com diversas finalidades.
Nesta bioconstrução utilizamos bambu das variedades Mosso e Cana da índia devidamente tratados para bioconstruir uma pérgola, estruturada com a finalidade de servir como suporte para uma primavera que avançava diariamente para a entrada de veículos da casa. O resultado além de funcional concede ao local uma nova e bela visão paisagística.

Fotos:

Oficina de Experimentação em Bioconstrução



Aconteceu durante os dias 04 e 05 de Abril de 2009 na Chácara Harmonia, Colônia Faria, município de Colombo a oficina de experimentação em bioconstrução. A Equipe do Insituto Ser Vivo com o apoio do amigo e parceiro Luiz Vieira e os articuladores do espaço promoveram esta oficina de final de semana.
Durante o evento bioconstruímos um espaço de 4 m² utilizando as técnicas de pau-a-pique, feno, taipa leve, mangueiras maleáveis de barro, adobe e um telhado vivo.
A bioconstrução vem chamando a atenção dos moradores locais e dos visitantes da chácara pela simplicidade da construção, ampla utilização do barro e dos materiais reutilizados.
Atualmente a bioconstrução foi adotada pelos animais que vivem na chácara, tanto as ovelhas quanto as galinhas utilizam o espaço como lugar de descanso e dormitório, é mole ?


Veja as fotos desta brincadeira no picasa:
http://picasaweb.google.com/thomas.moutinhomm/OficinaDeBioconstrucaoChacaraHarmonia04E05DeAbril2009#





segunda-feira, 27 de abril de 2009

Forno para Pães e Pizzas


Bioconstruímos em Pontal do Sul-PR um forno de tijolos e barro para assar pães e pizzas na nova sede do Instituto Ser Vivo no litoral Paranaense, espaço recém batizado de Na trilha pra Ilha. O local é porta de saída para as ilhas da baía de Paranaguá, e particularmente para a Ilha do Mel. O forno já está cumprindo sua função, que além assar uma boa refeição, reúni na mesa os interessados e amigos em prol da comunidade local e dos novos projetos que caminham atualmente nesta bioregião.
Fotos:

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Gestão dos Recursos Hídricos

Gestão Sustentável de Efluentes Domésticos

Este sistema de tratamento de efluente doméstico foi projetado para sanar qualquer possibilidade de contaminação dos lencóis freáticos por elementos potencialmente novicos ao homem. Ele está localizado na bioregião da (APA)Área de Proteção Ambiental do Passaúna, no município de Campo Largo, onde está a represa do Passaúna que coleta e armazena boa parte da água consumida em Curitiba.
A construção teve três fases, na primeira foi utilizado um tanque séptico comum para o tratamento anaeróbico das águas oriundas dos vasos sanitários, o exedente líquido desta primeira fase junta-se a segunda fase onde será tratada a água gerada nas pias, nos chuveiros, e na cozinha. O tanque da zona de raízes(segunda fase) foi construído com a técnica de ferrocimento, a mesma técnica utilizada na construção de cisternas, nesta fase o tratamento é aeróbico pois as plantas utilizadas(macrófitas) tem a capacidade de retirar o oxigênio atmosférico e enviá-lo ao seu sistema radicular, local onde se instalam uma infinidade de microorganismos que decompõe as moléculas maiores em compostos mais simples assimiláveis pela própria planta, ou seja, os microorganismos e os macroorganismos comem a maior parte da matéria orgânica gerada na residência. Ainda na zona de raízes nos primeiros 10cm de profundidade foi deixado espaço para as minhocas, elas/eles consomem o material mais sólido deste sistema e gera como subproduto, o húmus, material riquíssimo em nutrientes essencias às plantas.
Para a útima fase, foi construído um pequeno lago, também em ferrocimento, ele é preenchido com o exesso da água gerada na zona de raízes, já tratada e filtrada, e é nele onde se junta a água da chuva coletada na varanda da casa. No lago deve ser colocado plantas aquáticas e alguns peixes como as carpas.
Obs. Não recomendo o reuso da água para o consumo humano sem prévia análise laboratorial.

Fotos:http://picasaweb.google.com/thomas.moutinhomm/TratamentoDeEfluentesDomesticos#

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Cisterna em Ferrocimento


Segurança Hídrica
O Insituto Ser Vivo planejou e executou a construção desta cisterna em ferrocimento com capacidade de armazenamento para aproximadamente 30.000 litros de água de chuva. O projeto foi concluído em dezembro de 2007 na chácara Santo Antônio em Bocaiúva do Sul-PR.
A execução da obra contou com a colaboração da famíla Marfil e a ajuda de alguns amigos e convidados.

Vídeo youtube:http://www.youtube.com/watch?v=yJ2CxnUMrKc

sábado, 31 de janeiro de 2009

Curso de Bioconstrução: Paredes Ecológicas


O curso de bioconstrução foi facilitado pela equipe do Instituto Ser Vivo e aconteceu durante a Semana Acadêmica de Arquitetura da Puc-PR entre os dias 14 e 18 de abril de 2008. A equipe do Instituto promoveu algumas dinâmicas e conversas sobre o tema, assim os participantes puderam se integrar com a idéia ecológica da bioconstrução que vai além das técnicas construtivas. Métodos para avaliar as características do barro e algumas técnicas de bioconstrução como taipa leve, o tijolo de adobe e o famoso pau-a-pique também foram apresentadas para os futuros profissionais.Durante o curso vários curiosos que passavam pelo local se interressaram pela dinâmica que o curso oferecia e passaram a participar do evento.....foi barro pra todo lado.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Bioconstrução Curitiba

Os Cursos de Bioconstrução foram idealizados pelos estudantes do curso Técnico em Meio Ambiente Anelise Beraldo e Thomás Moutinho do Centro Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia. Os facilitadores foram Luiz Gonzaga, Permacultor e Bioconstrutor e Chelá Gonzá Bioconstrutor e Arte Educador.Os cursos foram realizados em Setembro de 2007 e em Março de 2008, ambos como o intuito de promover o projeto Sítio Pedagógico Permacultural,espaço aberto a práticas permaculturais e sua difusão na bioregião Curitiba. Os dois encontros promoveram entre outras coisas um grande aprendizado e a criação de uma rede de contatos dos envolvidos com as "novas" Tecnologias de construções sustentáveis.
O projeto ainda não foi finalizado e está sem data definida de retorno das atividades.

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